Open Society

Open Society Foundations

Vea la Presentación de Open Society Foundation

osmundo

Vis√£o geral

A OSF possui filiais em 37 pa√≠ses,[5]¬†abrangendo um grupo de funda√ß√Ķes regionais e de pa√≠ses, como a Open Society Initiative para a √Āfrica Ocidental e a Open Society Initiative para a √Āfrica Austral; sua sede fica na¬†cidade de Nova York¬†. Em 2018, a OSF anunciou que estava fechando seu escrit√≥rio¬†europeu¬†em¬†Budapeste¬†e se mudando para¬†Berlim, em resposta √† legisla√ß√£o aprovada pelo governo h√ļngaro, visando as atividades da funda√ß√£o.[6]¬†Desde a sua cria√ß√£o em 1993, a OSF registrou gastos acima de 11 bilh√Ķes de d√≥lares, principalmente em doa√ß√Ķes para¬†ONGs, alinhadas com a miss√£o da organiza√ß√£o.[7]

História

Em 28 de maio de 1984, Soros assinou um contrato entre a Funda√ß√£o Soros (¬†Nova York) e a¬†Academia H√ļngara de Ci√™ncias, o documento fundador da Funda√ß√£o Soros em Budapeste.[8]¬†Isto foi seguido por v√°rias funda√ß√Ķes na regi√£o para ajudar os pa√≠ses a se afastarem do¬†comunismo.[9]

Em 1991, a funda√ß√£o fundiu-se com a Fondation pour une Entraide Intellectuelle Europ√©enne, afiliada do Congresso para a Liberdade Cultural, criada em 1966 para imbuir cientistas da Europa Oriental ‘n√£o-conformistas’ com ideias anti-totalit√°rias e capitalistas.[10]

O Open Society Institute foi criado nos¬†Estados Unidos¬†em 1993 para apoiar as funda√ß√Ķes Soros na¬†Europa¬†Central¬†e¬†Oriental¬†e na antiga¬†Uni√£o Sovi√©tica.[5]

Em agosto de 2010, começou a usar o nome Open Society Foundations (OSF) para refletir melhor seu papel como benfeitor para grupos da sociedade civil em países ao redor do mundo.[11]

Soros acredita que n√£o pode haver respostas absolutas para quest√Ķes pol√≠ticas porque o mesmo princ√≠pio de reflexividade se aplica aos mercados financeiros.[12]

Em 2012, Christopher Stone ingressou na OSF como o segundo presidente. Ele substituiu Aryeh Neier, que atuou como presidente de 1993 a 2012.[13] Stone anunciou em setembro de 2017 que estava deixando o cargo de presidente.[14] Em janeiro de 2018, Patrick Gaspard foi nomeado presidente da OSF.[15]

Em 2016,a OSF teria sido alvo de uma¬†viola√ß√£o de seguran√ßa cibern√©tica. Documentos e informa√ß√Ķes supostamente pertencentes a organiza√ß√£o foram publicados por um site. A viola√ß√£o de seguran√ßa cibern√©tica foi descrita como compartilhando semelhan√ßas com¬†ataques cibern√©ticos¬†vinculados √† R√ļssia que atingiram outras institui√ß√Ķes, como o Comit√™ Nacional Democrata.[16]

Em 2017, Soros transferiu 18 bilh√Ķes de d√≥lares para a Funda√ß√£o.[17]

Atividades

 
George Soros em uma palestra na Malásia

Seu or√ßamento de 873 milh√Ķes de d√≥lares em 2013 foi classificado como o segundo maior or√ßamento de¬†filantropia¬†privada nos Estados Unidos, depois do or√ßamento da¬†Funda√ß√£o Bill e Melinda Gates, com 3,9 bilh√Ķes de d√≥lares.[18]

A funda√ß√£o informou ter concedido pelo menos 33 milh√Ķes de d√≥lares a organiza√ß√Ķes de direitos civis e justi√ßa social nos Estados Unidos.[19]¬†Esse financiamento incluiu grupos como a Organiza√ß√£o para Lutas Negras e Missourians Organizing for Reform and Empowerment, que apoiaram protestos ap√≥s os assassinatos de¬†Trayvon Martin,¬†Eric Garner, Tamir Rice e¬†Michael Brown.[20][21][22]¬†De acordo com o Center for Responsive Politics, a OSF gasta grande parte de seus recursos em causas democr√°ticas em todo o mundo e tamb√©m contribuiu para grupos como a Funda√ß√£o Tides.[23]

A OSF tem sido um grande apoiador financeiro da reforma da imigração dos Estados Unidos, incluindo o estabelecimento de um caminho para a cidadania dos imigrantes ilegais.[24]

Os projetos da OSF incluíram a Campanha Nacional de Segurança e Direitos Humanos e o Lindesmith Center, que realizou pesquisas sobre a reforma das drogas.[2]

O programa de bolsistas visitantes da Fundação Soros da Biblioteca do Congresso foi iniciado em 1990.[25] [26]

Financia no Brasil ONGs como o Instituto Sou da Paz[27][28]¬†e o F√≥rum Brasileiro de Seguran√ßa P√ļblica[29]¬†que desenvolvem seus trabalhos em torno do desarmento da popula√ß√£o civil e em quest√Ķes relativas √† seguran√ßa p√ļblica no Brasil. Financia a ONG UNEafro, organiza√ß√£o que luta pelos direitos humanos para a popula√ß√£o negra e perif√©rica,[30]¬†al√©m de projetos que almejam “financiar a cria√ß√£o de lideran√ßas pol√≠ticas como Marielle Franco”¬†[31], sendo Wesley Teixeira, candidato a vereador no Rio de Janeiro, a mais recente tentativa nesse sentido, atrav√©s de seu funcion√°rio, ex-presidente do Banco central, Arm√≠nio Fraga.[32]

Recepção e influência

Em 2007, Nicolas Guilhot (pesquisador associado do¬†CNRS) escreveu na¬†Critical Sociology¬†que as Open Society Foundations servem para perpetuar institui√ß√Ķes que refor√ßam a ordem social existente, como a¬†Funda√ß√£o Ford¬†e¬†a Funda√ß√£o Rockefeller¬†fizeram antes delas. Guilhot argumenta que o controle sobre as¬†ci√™ncias sociais¬†por interesses monet√°rios despolitizou esse campo e refor√ßou uma vis√£o capitalista da moderniza√ß√£o.[33]

Um esfor√ßo da OSF em 2008 na regi√£o dos¬†Grandes Lagos africanos, com o objetivo de espalhar a conscientiza√ß√£o sobre direitos humanos entre prostitutas em Uganda e outras na√ß√Ķes da regi√£o, n√£o foi bem recebido pelas autoridades de Uganda, que consideraram um esfor√ßo para legalizar e legitimar a prostitui√ß√£o.[34]

A Open Society Foundation foi criticada em editoriais pr√≥-Israel por incluir fundos para os grupos ativistas Adalah e¬†I’lam, que eles dizem serem¬†anti-Israel¬†e que apoiam a estrat√©gia de¬†boicote, desinvestimento e san√ß√Ķes. Entre os documentos divulgados pelo DCleaks, um relat√≥rio da OSF diz: “Por v√°rias raz√Ķes, quer√≠amos construir um portf√≥lio diversificado de subs√≠dios para lidar com¬†Israel¬†e a¬†Palestina, financiando grupos judaicos de Israel e PCI (cidad√£os palestinos de Israel), al√©m de criar um portf√≥lio de subs√≠dios palestinos e, em todos os casos, para manter discri√ß√£o e uma dist√Ęncia relativa – particularmente na frente jur√≠dica”.[35][36][37]

Em 2015, a¬†R√ļssia¬†proibiu as atividades da OSF em seu territ√≥rio, declarando que “verificou-se que a atividade da OSF e da Funda√ß√£o de Assist√™ncia do Instituto da Sociedade Aberta representa uma amea√ßa para as funda√ß√Ķes do sistema constitucional da¬†Federa√ß√£o Russa.¬†e a seguran√ßa do estado”.[38]

Em 2017, as Open Society Foundations e outras ONGs que promovem o governo aberto e ajudam os refugiados foram alvo de repress√£o por governos autorit√°rios que foram encorajadospelo governo¬†Trump. V√°rios pol√≠ticos do leste europeu, como Liviu Dragnea na¬†Rom√™nia, e figuras tradicionalmente de direita, como Szilard Nemeth na¬†Hungria¬†e¬†Nikola Gruevsk¬†na¬†Maced√īnia, que pediu uma “des Sorosiza√ß√£o” da sociedade, al√©m de¬†Jaroslaw Kaczynski¬†na¬†Pol√īnia, que disse que os grupos financiados por Soros querem “sociedades sem identidade”.[39]¬†Alguns desses grupos financiados por Soros na regi√£o dizem que os novos ataques s√£o uma forma de ass√©dio e intimida√ß√£o, que se tornaram mais abertos ap√≥s a elei√ß√£o de¬†Donald Trump¬†nos Estados Unidos. Stefania Kapronczay, da Uni√£o H√ļngara de Liberdades Civis, que recebe metade de seu financiamento de funda√ß√Ķes apoiadas por Soros, afirma que as autoridades h√ļngaras est√£o “testando as √°guas” em um esfor√ßo para ver “com o que podem lidarr”.

Em 2017, o governo do Paquist√£o ordenou que a Open Society Foundation interrompesse as opera√ß√Ķes no pa√≠s.[40]

Em maio de 2018, a Open Society Foundations anunciou que mudar√° seu escrit√≥rio de Budapeste para¬†Berlim, em meio √† interfer√™ncia do governo h√ļngaro.[41][42][43]

Em novembro de 2018, a Open Society Foundations anunciou que est√° encerrando suas opera√ß√Ķes na¬†Turquia¬†e fechando seus escrit√≥rios em¬†Istambul¬†e¬†Ancara¬†devido a “falsas acusa√ß√Ķes e especula√ß√Ķes al√©m da medida”, em meio √† press√£o do governo turco e da interfer√™ncia governamental atrav√©s da deten√ß√£o de intelectuais e acad√™micos liberais turcos.[44][45][46]

Open Society Foundations anuncia Jóvenes Líderes Feministas Becarias

feminismo

 

NUEVA YORK‚ÄĒThe Open Society Foundations anunci√≥ hoy el grupo 2019 de J√≥venes L√≠deres Feministas Becarias, una nueva iniciativa para apoyar a l√≠deres feministas emergentes de entre 22 y 30 a√Īos. Las seis becarias recibir√°n subvenciones para llevar a cabo proyectos que contribuyan a promover los valores de la sociedad abierta, los derechos de la mujer y la justicia de g√©nero en Am√©rica Latina.

‚ÄúEn todo el mundo, los movimientos feministas, juveniles y¬†queer¬†est√°n en primera l√≠nea haciendo frente a gobiernos autoritarios y patriarcales. En Am√©rica Latina, algunas de las ideas de cambio social m√°s audaces se originan en el esp√≠ritu y el pensamiento de personas j√≥venes‚ÄĚ, explic√≥ Kavita N. Ramdas, directora del Programa de Derechos de la Mujer de Open Society. ‚ÄúEstas din√°micas becarias feministas reci√©n est√°n empezando a desarrollarse en su √°mbito y nos enorgullece poder apoyar su crecimiento dentro del movimiento‚ÄĚ.

Entre las becarias de este a√Īo se incluye una artista y trabajadora del hogar de Ciudad de M√©xico que ofrecer√° un podcast sobre derechos laborales de los trabajadores del hogar, y una ge√≥grafa humana que investigar√° las formas de violencia que enfrentan las mujeres con discapacidad en Guatemala. Ante el agudizamiento de la crisis clim√°tica, otra becaria y ecologista humana de Colombia documentar√° el trabajo de las mujeres que luchan por la justicia ambiental y los derechos de g√©nero en su podcast,¬†Radio Cuerpa.

Como resultado del abordaje de interseccionalidad adoptado para las becas, varias becarias se abocarán a proyectos vinculados con el activismo LGBTQI y feminista. Esto incluye una activista LGBTQI que documentará las historias de jóvenes lesbianas que sufren violencia y discriminación en América Latina; una activista social en Colombia que generará un espacio seguro para personas queer afrocolombianas; y una defensora social de Buenos Aires que realizará activismo contra la violencia sexual en comunidades marginadas.

El Programa de Becas de J√≥venes L√≠deres Feministas (Young Feminist Leaders Fellowship) tambi√©n aspira a promover alianzas e intercambios intergeneracionales entre activistas y l√≠deres feministas. Los Programas de Derechos de la Mujer y de Intercambio Juvenil de Open Society colaboraron con tres organizaciones anfitrionas en Am√©rica Latina ‚ÄĒla Asociaci√≥n para los Derechos de las Mujeres y el Desarrollo, el Equipo Latinoamericano de G√©nero y Justicia y el Instituto de Liderazgo Simone de Beauvoir‚ÄĒque recibir√°n a las seis becarias. Estas organizaciones brindar√°n tutor√≠a, recursos adicionales y apoyo a las becarias durante el programa.

Todas las becarias se ven afectadas de manera directa por los desafíos que se proponen abordar, pues la inversión en jóvenes de comunidades sin representación suficiente es parte del compromiso de Open Society de establecer las condiciones para una participación equitativa en la sociedad civil.

‚ÄúHemos trabajado para adoptar un enfoque absolutamente inclusivo y feminista en la creaci√≥n de este nuevo programa de becas‚ÄĚ, expres√≥ Rachele Tardi de Intercambio Juvenil de Open Society. ‚ÄúDefinimos el concepto del programa de becas con las otras organizaciones anfitrionas que colaboran con nosotros, y en cada instancia del proceso damos cuentas una a la otra. Nos enorgullece lanzar este programa de becas con personas j√≥venes que comunican, organizan y promueven la justicia de g√©nero en toda Am√©rica Latina‚ÄĚ.

Para llevar a cabo su trabajo, las becarias reciben un estipendio de USD 40 000 por 12 meses, que incluye fondos para gastos relacionados con el proyecto. El Programa de Becas de Jóvenes Líderes Feministas es la iniciativa más reciente de Open Society Foundations orientada a respaldar a la próxima generación de activistas feministas dinámicas y apoyar a personas abocadas a proyectos con plazos concretos que sean acordes con los valores de la sociedad abierta.

Jóvenes Líderes Feministas Becarias 2019

Maytik Avirama¬†dise√Īar√° un espacio para voces e historias alternativas que suelen quedar marginadas de los medios tradicionales, que consistir√° en la producci√≥n de un podcast sobre narrativas ecofeministas latinoamericanas, a trav√©s de las voces de mujeres que luchan por la justicia ambiental y los derechos de g√©nero.

Gabriela Ferreiro¬†documentar√° las historias de ni√Īas y mujeres j√≥venes que han sobrevivido a experiencias de abuso sexual, y organizar√° talleres para promover la educaci√≥n y cambios en su comunidad en Buenos Aires.

Al Vallejo Galeana documentará y dará visibilidad a la lucha de jóvenes mujeres lesbianas y no heterosexuales contra fundamentalismos, violencia y discriminación en América Latina y el Caribe.

Valentina Vargas Ricca encabezará un proceso de investigación volcada a la acción en Guatemala para generar conocimientos colectivos sobre las experiencias de violencia de las mujeres con discapacidad y la forma en que se resisten a ella.

Nabil Yanai Salazar Sánchez prevé organizar talleres y producir una serie de podcasts para documentar y difundir las experiencias colectivas de los movimientos de derechos humanos y de derechos laborales de las trabajadoras del hogar en Ciudad de México.

Verónica Cristancho Segura creará un espacio seguro para personas queer afrocolombianas de su comunidad en Colombia y fomentará el uso del arte como activismo y expresión de identidad en el intercambio de conocimientos sobre derechos sexuales y reproductivos.

Precisamos de divulgação

Pergunto qual √© a raz√£o pela qual permitimos que um “Sistema” estabelecido h√° muitos s√©culos atr√°s nos escravize usando o dinheiro como um “meio de produ√ß√£o” atrav√©s da “Usura”.
Se √© verdade que somos “Seres Racionais”, por que nos permitimos ser escravos de um “Mito”?

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Se nos unirmos para usar o dinheiro apenas como instrumento de troca, poderemos lutar contra esse absurdo que quer nos escravizar ainda mais com sua ideia “globalista”, pensando na liberdade de nossos descendentes. S√≥ “Trabalhando Juntos” o conseguiremos.

A opção de cambio depende de nós mesmos

Este é um convite formal para todas as pessoas que querem fazer algo real para mudar a situação, juntem-se a esta iniciativa que é para o benefício de todos, precisamos de divulgação, ajudem-nos nisso, também precisamos de investir em publicidade para todos os meios, por favor, colabore com esse objetivo.


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